quarta-feira, 18 de maio de 2016

JOGA PRA MIM | O que você precisa saber sobre andador (andaja)


O que você precisa saber sobre andador (andaja)

Olá galerinha...
Conversando com minha amiga Clarissa Lamenha, que é educadora, mãe de duas princesas e casada com Kleberson,  que também é professor de Educação Física, disse-lhe que ia falar sobre o andador/andaja. Fiz um pequeno texto e apresentei a ela, daí o papo foi ficando interessante, pegando forma e espero que vocês gostem.

A maioria dos papais e mamães, quando seus pequenos começam a engatinhar, já pensam em comprar o famoso "andador/andajá". Mas para o desenvolvimento da criança, ele não é benéfico, visto que a criança irá apenas desequilibrar.  

Deixe eu explicar melhor: ao andar, fazemos o desequilíbrio e o equilíbrio, quando a criança está com o andajá, ela apenas está desequilibrando, por isso sai trombando em tudo que é canto, parecendo uma bola de " pinball".  


O andanjá está associado ao desenvolvimento do joelho "Geno Varo" (ver imagem abaixo). E também a um número de quedas expressivo. As crianças parecem estar protegidas, mas muitas vezes podem tropeçar em algo, ou encontrar alguma porta aberta, por exemplo. Podem acontecer quedas graves. 


Outro problema é que a criança não aprende a se proteger quando cai. Então, logo que ela sai do andador/andajá para experimentar andar no chão, a tendência de ela cair e se machucar é maior. Nesse caso, podendo ficar traumatizada, com medo de andar de novo. Geralmente quando estão aprendendo a andar sem a ajuda do andador/andajá, entendem mais rápido que precisam se proteger das quedas - instintivamente. 



Sei que para muitos pais o andador/andajá é um descanso, mas pense sempre no desenvolvimento do seu pequeno.

Deixem comentários aqui no Portal ou em nossas redes sociais. 

Facebook: Portal Pêtipôlá
Instagram: @pe.ti.po.la 

Todas as fotos utilizadas encontram-se na pasta Joga pra mim, no nosso perfil, no Pinterest:



Um abraço e até mais ;)
Pedro.

terça-feira, 17 de maio de 2016

CUCA LEGAL | Mães! Viva à maternidade!


Mães! Viva à maternidade! 



Em maio, convencionou-se comemorar o aclamado Dia das Mães! Mas o que de fato está incluindo nesta comemoração? Toda mulher já nasce automaticamente uma mãe?


Viva as mães! É inegável a dimensão biológica da maternidade e tudo que a isto se relaciona, mas convenhamos que a maternidade é algo constituído na experiência singular de cada mulher que se aventura a exercer a função materna na vida de um bebê, de uma criança, de um adolescente, de um adulto... Enfim, de um filho(a).


Costumeiramente as mamães escutam: "Depois que nascer o bebê você saberá o que fazer, saberá os porquês de cada choro...". Entre outras afirmações que, por vezes, pressionam a maternagem ao invés de sustentar-lhe.




Por que abordar tal assunto? Porque a ideia da maternidade como algo naturalizado, pronto e acabado causa verdadeiro calafrio nas mães. Quando não sabem o que e nem como fazer diante das cólicas de seus bebês, do choro sem tecla SAP, das "rebeldias" e medos adolescentes, da apatia dos filhos adultos... Observamos que muitas destas acabam por si considerarem mães más, sem habilidades. O que de fato ocorre é uma experiência cada vez mais íntima entre essa díade (mãe-bebê), o que garante suposições, traduções e criações de modos cada vez mais autênticos de se relacionarem. 


Aos poucos vão sendo inscritos registros simbólicos no pequeno ser, que ao se apropriar de tamanho cuidado e proteção vai sentindo-se seguro para então experienciar o mundo. Mas não podemos deixar de levar em conta as demais vivências que nossos filhos têm, tiveram ou virão a ter! Assim, mamães: esqueçam! Vocês não são onipresentes - o que por si só já lhes desresponsabilizam de todos os bens ou males que venham a ocorrer com suas crias!

Obviamente o lugar e o papel dos demais membros da família é essencial para tal desenrolar... Mas disto trataremos em outros posts.


Mamães, não se apavorem quando um turbilhão de sentimentos não tão legais dominarem seus afazeres maternos, tais como: inseguranças, medos, vontade de desistir, arrependimentos... Tudo isto compõe o real exercício da maternidade!


Para finalizar nosso post de hoje gostaria de parabenizar todas as mães, mas em especial aquelas que em plena efervescência da emancipação feminina, não denegam do exercício materno, visto que, hoje mais do que nunca a maternidade é uma questão de escolha!! Então, aclamaremos principalmente o desejo em exercê-la!


Deixem comentários aqui no Portal ou em nossas redes sociais. 

Facebook: Portal Pêtipôlá
Instagram: @pe.ti.po.la 

Todas as fotos utilizadas encontram-se na pasta Cuca legal, no nosso perfil, no Pinterest:


Zaíra Mendonça
Psicóloga/Psicoterapeuta 
zairamendoncapsi@gmail.com
(82)99985-8703


segunda-feira, 16 de maio de 2016

FADA DO DENTE | A chupeta acalma emocionalmente a quem?



A chupeta acalma emocionalmente a quem?



Olá meus queridos!

Hoje irei falar sobre o uso prolongado das chupetas pelos nossos pequenos. Claro que o melhor seria que não usassem, né? Mas sabemos que a maioria usa, e cada um por motivos diversos e específicos. Porém, entre tantos motivos em oferecer a chupeta para as crianças está a dúvida, comodidade, falta de informação e o desconhecimento dos notáveis prejuízos trazidos com ela. Então, que tal conhecer um pouco mais sobre as "queridinhas"?

“Mas doutora, o bebê tem uma necessidade natural de sugar né? Como posso não oferecer chupeta então?" A primeira informação é: SIM, a criança tem a necessidades de sucção. Isso ocorre devido a um instinto natural que é essencial à sobrevivência. Sendo mais intenso nos 3 primeiros meses e diminuindo com o tempo até, mais ou menos, o 6º (sexto) mês de vida. Mas olha que interessante e importante: a forma correta de amamentação influi na necessidade de sucção do bebê. Eu explico: se o bebê é colocado na posição correta na hora de mamar, segurando-o do modo certo, ele irá precisar fazer força para sugar, e assim saciar tanto a necessidade de sucção quanto a de nutrição. Viu? É aquela velha história: “matar dois coelhos com uma cajadada só!”. Se isso não for feito, ele não ficará satisfeito e pode desenvolver o hábito de chupar o dedinho ou a chupeta. 


Com a chupeta já inserida ao cotidiano da criança, temos que analisar as principais ações que ajudem a não causar sérios problemas futuros aos pequenos. E uma dessas ações é tirá-la por volta dos 2 (dois) ou, no máximo, 3 (três) anos de idade. Até aí, os danos e efeitos negativos que a chupeta causa tendem a regredir. Mas após essa idade, os problemas progridem e podem afetar algumas funções importantes como a respiração, fala, mastigação e deglutição.




Dica: para ajudar na retirada da chupeta após a idade limite: pode-se fazer um furinho na ponta da chupeta, para que, ao ser sugada, transmita outra sensação.

Para incentivar mais as mamães a olhar com uma “cara mais feia” para as chupetas, vou listar alguns dos problemas bem chatos que ela pode proporcionar às nossas crianças:

- Na dentição: alteração nas posições dos dentes, da mordida correta, levando a certeza do uso de aparelho ortodôntico no futuro. Com essas alterações a mastigação também é afetada e por consequência, a digestão também é prejudicada. Viu como um problema nunca é isolado? Sempre está ligado a outro, que leva a outro e assim por diante.
- Na fala: a dicção das crianças pode ser prejudicada devido as maloclusões causadas. Quando pequenos até achamos bonitinho não entender o que as crianças falam, mas quando chegam numa certa idade, acaba se tornando desagradável, inclusive pra eles mesmos.
- Na respiração: o bebê acaba respirando pela boca (o que não é recomendado), pois a chupeta atrapalha a respiração correta pelo nariz.
- Na amamentação: a chupeta incentiva o desmame precoce, pois o posicionamento da boca em relação ao seio é alterado. Então a mamãe que quer manter esse delicioso e importante hábito de amamentar por um tempo, deve prestar atenção nisso.
- Causa dependência: a criança fica literalmente “viciada” na chupeta, pois cria um vínculo psicológico com ela. Daí pode-se ter muito trabalho pra conseguir se livrar desse problema e precisar de acompanhamento de um psicólogo.

A chupeta não acalma verdadeiramente o bebê. Ela não é a solução da tristeza da criança. Ela é usada mais em associação à necessidade de silêncio do adulto. Por isso usam-a para simplesmente calar o choro infantil. Vale tentar avaliar o que está incomodando os pequenos. Alguma dor? Fome? Sono? Ou quem sabe, a valiosa atenção dos pais, que hoje em dia, a maioria (sem generalizar, claro) não pode, não quer ou não consegue dar à eles? Então convém refletir: a chupeta acalma emocionalmente quem?

Respiração bucal.

Mordida aberta.

Dica: se a criança usa a chupeta pra dormir, retire-a da boca assim que a criança adormecer. Isso deve ser feito sempre.

A gravidade dos prejuízos depende da duração, frequência, intensidade e tempo do uso da chupeta. Então mamães, minha intenção com todas essas informações é mostrar que esse hábito é perfeitamente evitável e que pensem um pouco mais à frente sobre os danos causados por ele. Não empurrem os problemas para o futuro. Pois estamos falando do futuro das crianças, dos nossos filhos. Estamos falando de problemas físicos, de amadurecimento emocional, comportamental e de desenvolvimento.

Por fim, se não tiver jeito, o uso mais aceitável é o da chamada chupeta ortodôntica, que o bico é modelado de acordo com o formato da boca e assim se adaptam perfeitamente a cavidade bucal da criança. Sendo o silicone o melhor material utilizado, pois deformam menos e é mais higiênico.



Mas não esqueçam, nenhuma chupeta é recomendável. Os dois modelos trazem prejuízos ao desenvolvimento da criança e deformam musculatura, ossos e dentes. A diferença está na gravidade dos danos causados.

Dica: a remoção da chupeta deve ser gradativa e bem conversada com a criança, sem punições e/ou ameaças.




Me contem também suas experiências, dificuldades e dúvidas. Estou a disposição! 
Deixem comentários aqui no Portal ou em nossas redes sociais. 

Facebook: Portal Pêtipôlá
Instagram: @pe.ti.po.la 

Todas as fotos utilizadas encontram-se na pasta Fada do dente, no nosso perfil, no Pinterest:



Beijos cheirosos,
Dra. Thaysa Karla




sexta-feira, 13 de maio de 2016

GALERIA | Quarto de menina - Parede ombré


GALERIA | Quarto de menina - Parede ombré

Post original em: Casa18 (clica aqui)
Por: Ticiane Barros

Detalhes e muitas inspirações para um quartinho de bebê lindo! Sem exageros, mas os quartinhos dos pequenos arrasaram no Morarmais!!! Muitas ideias bacanas, criativas e coloridas.
Escolhi esse para mostrar pra vocês, pois foi o meu queridinho! Cores, móveis em formato de casinha, almofadas, coisas miúdas e coloridas, madeira de reflorestamento (pinus), reutilização de objetos, ilustração cheia de personalidade….tudo, tudo lindo!
O projeto é dos arquitetos Gustavo Amorim e Danielle Bastos da Grão arquitetos.
Vamos as imagens?


Mata Atlântica por meio do trabalho das artista plástica Sara Mello

Algumas tendências da decoração estão presentes aqui! Olha aí a pintura ombré nessa cor que eu amo, luminária de abacaxi, tambor reaproveitado como mesinha de apoio, armário em formato de casinha, o preto e branco, pôsteres…ai, ai…quanta coisa fofaaaa!
favicon2 Detalhes que garantem um charminho extra!






favicon2 As almofada, cobertores, protetores de berço…uma lindeza a parte! Trabalho encantador do MiniMóbile Ateliê.



É ou não para se apaixonar?
Fica uma linda inspiração para as barrigudinhas!
Post original em: Casa18 (clica aqui)
Por: Ticiane Barros



MEU LANCHINHO | As substituições do dia-a-dia


MEU LANCHINHO | As substituições do dia-a-dia

Oi Amores !!!

Na minha infância (não faz tanto tempo assim!) não existia tantas preocupações com comida “saudável” - na verdade eu chamo de comida de verdade - até porque luxo era tomar refrigerante e comer salgadinhos - tipo aqueles que pareciam de isopor (quem nunca comeu que jogue o primeiro pacote). Com o tempo, nossos hábitos foram mudando e acabamos então crescendo acostumados a comer isso e muitas outras besteiras. Mas a maioria não abandonou totalmente a boa comida brasileira (aquela de verdade).


Fonte (clique aqui)

Recentemente, nasceu então a moda do “vamos ser saudáveis” e isso acendeu a lamparina do meu juízo e comecei a pensar na alimentação que eu iria oferecer para minha pequena. Mas é claro que nesse caminho temos muitos obstáculos: nossos hábitos (antigos e recentes), nossa família - que acha que oferecer refrigerante a uma criança de 1 ano é natural -, nossos meios de comunicação que superestimam seus produtos com suas mega propagadas e também tem o convívio com outras crianças que não tem bons hábitos alimentares - quando digo bons hábitos falo de trocar um prato de arroz e feijão por um pacote de biscoito. Mas não podemos nos deixar abater e sim pedir a todos que respeitem a alimentação que você quer dar para o seu filho - é, não é fácil! Mas o filho é seu! 


Não estou aqui dizendo que minha filha não come besteiras: sim, ela come! Mas não é a sua rotina. Esses alimentos ficam para as festinha ou viagens. 

Ela ama de paixão batata frita, por exemplo. Então faço no forno e ela ama! E foi assim que aprendi que podia fazer coisas legais para ela comer. Acho super importante acostumar o paladar dos nosso pequenos com alimentos que fazem bem e que eles vão levar pro resto da vida. 

Depois que tive Sophie tivemos algumas substituições aqui em casa:

- trocamos o refrigerante por suco
- o açúcar branco por mascavo (ou demerara)
- o salgadinho super processado por pipoca de milho
- a batata frita por batata assada 
- achocolatado por chocolate sem açúcar


Como essas mudanças foram feitas junto com o crescimento dela esses alimentos são muito bem aceitos, mas isso não quer dizer que você que já tem uma criança maior também não possa fazer algumas modificações.

Uma dica que achei navegando pela internet e deu super certo aqui foi para fazer a transição do achocolato para o chocolate: eu comprava uma lata de achocolatado, tirava metade dela e colocava o chocolate em pó. Misturava e ficava usando. Isso fez com quê nosso paladar acostumasse, aos poucos, a uma quantidade cada vez menor de açúcar. E assim, fui diminuindo cada vez mais a quantidade de achocolate e tendo mais chocolate em pó que achocolatado nas nossas bebidas.

Na nossa apresentação (clique aqui) falei um pouco sobre como foi importante ter adotado um cardápio para minha pequena. Quando comecei a introdução dos alimentos sempre fazia o cardápio da semana, mas com a correria do dia-a-dia ele foi ficando para trás. Foi quando percebi que ela deixava de comer por que o cardápio não tinha muita variação de alimentos e a apresentação sempre era a mesma. Então, me voltei para o cardápio e comecei a procurar na internet inspirações para pratos divertidos e que chamassem a atenção dela. Para algumas crianças isso é o máximo! 



Mas há também aqueles pequenos que tem muita dificuldade em provar alimentos diferentes. Nesse caso o importante é não desistir do novo alimento. Se naquele dia ele não quis, o ideal é deixar passar alguns dias e oferecer outra vez. 

Todos sabemos que somos exemplos para os nosso pequenos. Se eles veem os pais comendo verduras e vegetais a probabilidade dele querer provar é muito maior.

Tratar da alimentação não é tarefa fácil mas com um pouco de dedicação e muita paciência conseguimos sim. Esse é nosso papel de mães e pais. 

Fiquei de trazer pra vocês um exemplo de cardápio para os seus pequenos, mas queria saber o que está sendo mais difícil de preparar: as refeições principais ou os lanches?

Deixem comentários aqui ou em nossas redes sociais. 

Facebook: Portal Pêtipôlá
Instagram: @pe.ti.po.la 

Todas as fotos utilizadas e muitas outras encontram-se na pasta "Meu lanchinho", no nosso perfil, no Pinterest:

Um xeruuuu grande !!!
Wanessa


GALERIA | Festa com o tema "Sou Luna"



GALERIA | Festa com o tema "Sou Luna"

Com cores super alegres e vibrantes, Ana comemorou seu aniversário com o tema da série da Disney "Sou Luna". A decor, feita pela Ecoparty, foi inspirada no Jam&Roller, um dos principais cenários da série. O bolo lindo foi da Sophie´s The Cake.











Deixem comentários aqui no Portal ou em nossas redes sociais. 

Facebook: Portal Pêtipôlá
Instagram: @pe.ti.po.la