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segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Matou o peixe e foi ao cinema

Publicado originalmente em: Tudo sobre a minha mãe
By Claudia Gomes on Sep 22, 2016 01:19 pm


Meu irmão teve a ideia de dar um aquário pros meus filhos. Eles estavam perturbando por um bicho de estimação, no melhor estilo “deixa que a gente cuida”. Claro que não engoli essa nem por um segundo. Mas acreditei como uma pata no tio deles, que se comprometeu com a limpeza mensal. O fofo veio uma vez. Duas. E de-sa-pa-re-ceu. As crianças passaram do status “se estapeando pra ver quem vai dar a ração hoje” para “cagando baldes” em dois segundos. E o aquário sobrou para quem? Pesca os peixes com redinha, passa pra uma vasilha, tira as plantas e pedrinhas, o filtro da bomba, a grade do fundo, lava tudo, monta de novo, enche com água nova, pinga o anti-cloro, deixa um tempo, volta com os peixes pro aquário. Tudo isso pra ver uns serzinhos nadando pra lá e pra cá, ignorando solenemente nossa existência.

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Quando seu sonho é ganhar um irmão... e vem gêmeos!

O pequeno alagoano Guilherme tem 8 anos e seu sonho era ter um irmão. Os pais são separados e a mãe já havia dito que não engravidaria mais. Ele resolveu apelar para o pai, Geraldo, e a madrasta. 

Em um dos fins de semana que passa com o pai, este resolveu dar-lhe uma notícia. Em uma lanchonete de Maceió, com o celular posicionado para gravar a reação do primogênito, o pai mostra a imagem de uma ultrassonografia e diz "sabe o que é isso? Seu irmão... são dois". 

A emoção de Gui é contagiante! É muita alegria, choro... tudo junto! Assista:



O vídeo viralizou na internet e o fofurometro explodiu! Rsrsrs! 

Parabéns, Gui! Você foi promovido a irmão mais velho! Duplamente! 






terça-feira, 26 de julho de 2016

Moana: o novo filme da Disney


Moana: o novo filme da Disney!

Ambientada no Pacífico Sul, em alguma ilha entre Austrália, Nova Zelândia e Papua Nova Guiné, o filme tem Dwayne "The Rock" Johnson como a voz do "não-tão-formidável" semideus Maui, que rouba a cena no primeiro vídeo. A protagonista, a jovem Moana, será dublada pela novata havaiana Auli'i Cravalho, de apenas 15 anos.

Segundo os créditos iniciais do trailer, o filme é produzido pelos criadores de "Frozen: Uma aventura congelante", "Zootopia" e "Operação Big Hero". A direção é assinada por Ron Clements e John Musker, que trabalharam juntos em "Aladdin" e "A princesa e o sapo". Entre os roteristas, está Taika Waititi, que dirige "Thor 3: Ragnarok".

Fonte: O Globo


Moana será uma princesa fora dos padrões de suas antecessoras. Além de ser  a primeira princesa polinésia da Disney, é também a primeira navegadora. O longa tem estreia prevista para 5 de janeiro de 2017 no Brasil. 
Até lá, ficamos com os teasers liberados pela Disney e as imagens fofas (principalmente da Moana bebê - que fofura é essa?). 



Assista aos teasers:



Já estamos ansiosos! E vocês? Chega logo 2017!

#moanaDisney

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Bjusss,

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quarta-feira, 11 de maio de 2016

"Como se, quando uma mulher engravidasse, ela se tornasse propriedade pública."

Escrito por: LUARA CALVI ANIC 
Fonte: “Trabalho em lugares em que o estupro é uma arma de guerra"

Especializada em conflitos, a fotojornalista Lynsey Addario foi sequestrada por radicais islâmicos. Nem isso a fez desistir de trabalhar como correspondente de guerra. Sua história sai agora em livro e, em breve, em um filme dirigido por Steven Spielberg e estrelado por Jennifer Lawrence.

A fotógrafa em ação no Sudão.

Síria, Iraque, Sudão, Congo, Líbano... Desde 2000, a fotojornalista Lynsey Addario vive entre zonas de conflito - regiões em que a morte parece mais próxima. Mas o grande medo da americana não é esse. "Trabalho com frequência em lugares em que o estupro é uma arma de guerra muito comum. Essa é sempre uma ameaça", disse a CLAUDIA por telefone. Lynsey colabora com The New York Times, National Geographic e Time. Em 2009, foi premiada, com uma equipe de fotógrafos, com o Pulitzer de reportagem internacional. Ela, que viu in loco a invasão do Afeganistão após os ataques de 11 de setembro, sentiu-se especialmente assustada quando sofreu um sequestro. Com mais três colegas homens, passou seis dias em poder das forças do ditador Muamar Kadafi, no início da guerra civil da Líbia, em 2011. Com mãos e pés amarrados por faixas tão apertadas que seus membros ficaram dormentes, a fotógrafa ouviu que iria morrer, levou socos e cotoveladas no rosto e foi apalpada repetidamente por guerrilheiros. Essa experiência ela descreve em É Isso Que Eu Faço - Uma Vida de Amor e Guerra (Intrínseca, 69,90* reais), que chega agora ao Brasil e logo estará nos cinemas, com direção de Steven Spielberg e Jennifer Lawrence no papel da fotógrafa. Aos 42 anos, Lynsey continua trabalhando, mas, desde o nascimento do filho Lukas, 4 anos, prefere apontar suas lentes para questões humanitárias da guerra, como a condição dos sobreviventes. "Com certeza, fiquei mais sensível depois da maternidade. É muito mais difícil ver crianças sofrendo e morrendo." Confira os principais temas da entrevista que ela concedeu de Londres, onde vive com o marido, o jornalista inglês Paul de Bendern, e o filho.
Maternidade consciente
"Trabalhei até o sétimo mês de gravidez e fui muito criticada. As pessoas se sentem no direito de dar palpite, como se, quando uma mulher engravidasse, ela se tornasse propriedade pública. Tenho marido e discutimos juntos os riscos de cada projeto em que embarquei. Estive em todo o mundo durante essa fase: Arábia Saudita, Afeganistão, Quênia, Somália, Gaza, Senegal. Não estava cobrindo a linha de frente, mas histórias relacionadas às mulheres. E todas ao meu redor estavam grávidas. Por que elas podiam estar ali e eu não? O curioso é que ninguém critica os homens que trabalham em guerras por colocar em risco a própria vida."
Sob o véu
"Nunca me incomodei por ter de trabalhar de véu, o que aconteceu várias vezes, aliás. As histórias que retrato são muito sensíveis, muito pessoais. Se estou entre muçulmanos e percebo que eles respondem melhor se eu estiver de véu, visto. Para mim, ter acesso a essas histórias vale muito mais do que a minha vestimenta. Como jornalista, temos que nos adaptar ao meio para chegar às pessoas. O mais importante é ter certeza de que estou sendo flexível e respeitosa com outras culturas."
Medo da morte
"Por três ou quatro vezes na vida, tive uma arma apontada para minha cabeça e achei que ia morrer. Mas meu maior medo é ser estuprada. Embora nunca tenha me acontecido, sei que a mulher fica consciente enquanto isso ocorre e é algo com que tem de conviver depois. Na Líbia, esse foi meu grande temor nos seis dias de cativeiro. A todo momento pensava: 'Eles vão me estuprar, esse é o próximo passo'."

Uma das fotos feitas por Lynsey no Afeganistão do regime Talibã, em 2000.

Discriminação
"Quando comecei, era bastante jovem, e nesse trabalho você tem que provar que é boa. Então não sei se era uma questão de gênero. Além disso, legalmente, ninguém pode empurrá-la a ir para a guerra. Você precisa se voluntariar, pedir."
Função social
"Gosto de surpreender com minhas fotos, educar as pessoas, mostrar que estão sendo preconceituosas sem saber. Os retratos que fiz das afegãs, por exemplo, deixavam claro que elas são diferentes do que a maioria pensa. Muitos acham que elas não têm vida, não dirigem. Embora enfrentem uma trajetória incrivelmente difícil, mesmo aquelas que vêm de famílias mais abertas têm de lutar diariamente por direitos básicos. Fico espantada com quanto são fisicamente abusadas. É de cortar o coração saber que 85% delas admitem já ter apanhado. Quando cubro esse tipo de crise humanitária, também quero chamar a atenção dos líderes mundiais."
Mala de guerra
"Levo meus cremes antirrugas e de corpo, protetor solar, xampu, gel de banho, tudo em pequenos potes. Além de equipamentos, colete à prova de bala, tênis de corrida, roupa de ginástica. Onde estiver, me exercito. Se o lugar tem academia, uso transport e faço musculação. Senão, faço funcional."
E se...
"Se meu filho quiser trabalhar como fotógrafo de guerra, vou proibi-lo de sair desta casa! (risos) Brincadeira. Eu apoiaria, claro. O grande presente que meus pais me deram foi liberdade de escolher o que eu queria fazer."

quinta-feira, 28 de abril de 2016

VARIEDADES | Coisa de mãe...

O designer gráfico Lucas Pamplona caprichou na elaboração dos cartazes de frases que são a cara de muitaaaas mães (99,99999999%).

E se você já é mãe e ainda não disse nenhuma, vamos te contar um segredo: você vai dizer (risos!).

Pode compartilhar as fotos (com os créditos do autor, né, gente?), e dê um colorido bacana na sua timeline. Ou, que tal, fazer uns cartões? Afinal, o Dia das Mães já está chegando e um toque de humor e cor não seria mal.


1. Corre...

2. Quem nunca? 

3. Sim, senhora! Muito!

4. Mas bem que podia ser...

5. Coitado(a) se esquecer!

6. Tem mãe meteorologista por aí?

7. E não duvide!

8. Um tapa na cara do exibicionismo!

9. A clássica!

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